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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
O significado do natal
Reportagem feita para o Programa Feito Pra Você, da TV Pajuçara, Record Alagoas. Produção e reportagem: Abidias Martins. Sob supervisão da jornalista/apresentadora Fabiola Aguiar. Imagens: Bruno Reis.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Quitundense ganha “Oscar” do jornalismo alagoano
Abidias Martins ganhou em primeiro lugar na categoria estudante com a reportagem “Riacho Salgadinho: um rio de lágrimas”
*Por Blog do Anobelino e site da UFAL
*Por Blog do Anobelino e site da UFAL
Abidias Martins e Marcio Anastácio recebendo o prêmio. |
Abidias Martins, natural de São Luís do Quitunde, foi o grande vencedor do Prêmio Braskem de Jornalismo 2013, na categoria estudante. O evento aconteceu no último sábado (30), no Salão de Festas Pierre Chalita, no bairro de Jaraguá, em Maceió. Esta foi a 24ª edição da festa de premiação dos melhores trabalhos jornalísticos do estado de alagoas. Foram mais de 80 profissionais e estudantes participantes com 228 trabalhos.
O evento, que é considerado o "Oscar" do Jornalismo alagoano, foi realizado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas e pela Braskem, com o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas.
Abidias Martins fala sobre o primeiro lugar na categoria estudante. |
Abidias Martins é estudante de Jornalismo da Universidade Federal de Alagoas. Iniciou a carreira de comunicador em São Luís do Quitunde, exercendo a função de locutor publicitário e de radialista desde os 15 anos de idade. Em dois mil e onze idealizou o portal SLQ Notícias, onde durante um ano e meio, fez um trabalho de prestação de serviço à sociedade quitundense, divulgando os principais acontecimentos da cidade. Atualmente é estagiário do programa “Feito Pra Você” da TV Pajuçara e do Jornal da Pajuçara Noite, da mesma emissora.
A reportagem foi produzida em parceria com Marcio da Silva Anastácio, também estudante de jornalismo da Ufal. O tema escolhido foi “Riacho Salgadinho: um rio de lágrimas.” “Queríamos um tema forte, impactante. Decidimos falar sobre o Riacho Salgadinho com um foco mais humano, falando da situação das pessoas que moram as margens do rio. Entendo que este é o papel do jornalismo. O sentido da profissão está em levar uma informação que toque, e se possível mude, a vida das pessoas” disse.
Premiados da noite |
A premiação para ele tem um significado muito importante, já que o Prêmio Braskem é o mais esperado entre os profissionais e estudantes alagoanos. “Não foi uma vitória só minha, foi de todos que participaram da elaboração da reportagem. Produtores, editores, cinegrafista, todos são vitoriosos. Jornalismo se faz em equipe. É um reconhecimento que vem acompanhado de uma motivação muito forte. Ter um trabalho premiado nos faz acreditar em nós mesmos, serve como estímulo. Foi a primeira vez que me inscrevi, e, portanto, já começo com o pé direito. Certamente isso vai ser importante para o currículo”, finalizou.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Alagoanos campeões no Jiu Jitsu
Reportagem feita para o Programa Feito Pra Você, da TV Pajuçara, Record Alagoas.
Reportagem e produção: Abidias Martins. Sob supervisão da jornalista/apresentadora Fabiola Aguiar. Imagens: Luiz Uchôa.
Reportagem e produção: Abidias Martins. Sob supervisão da jornalista/apresentadora Fabiola Aguiar. Imagens: Luiz Uchôa.
domingo, 28 de julho de 2013
Estudantes protestam contra o aumento da tarifa de ônibus em Maceió
16 de Junho de 2013: Reportagem gravada em Maceió durante a manifestação histórica contra o aumento da passagem de ônibus.
Reportagem de Abidias Martins, imagens de Cidcley Ferreira e edição de Felipe Fonseca. Exibida no Programa Segurança em Debate, no dia 21 de junho de 2013, na TV Farol Alagoas.
Reportagem de Abidias Martins, imagens de Cidcley Ferreira e edição de Felipe Fonseca. Exibida no Programa Segurança em Debate, no dia 21 de junho de 2013, na TV Farol Alagoas.
sábado, 27 de julho de 2013
Abidias Martins na Rádio CBN Maceió
16/04/2013 - Entrevista com o jornalista Manoel Miranda, na Rádio CBN Maceió.
domingo, 21 de abril de 2013
Tiradentes: Um mito planejado pelos intelectuais
Percebemos neste episódio que em nome da liberdade, a opressão se
consolidou de forma expressiva
Por Abidias Martins
Ao compreendermos o real propósito da inserção do
alferes Joaquim José da Silva Xavier,
o Tiradentes, na história do Brasil, percebemos que fomos, por muito tempo,
alienados por um sistema político bastante astuto e estratégico.
Com a independência do Brasil e a instauração da
República no final do século XIX, o mito Tiradentes tornou-se um episódio
relevante para a história do nosso país. A escolha do inconfidente como herói
se estabeleceu pela necessidade de se ter um representante, que correspondesse
aos interesses da classe dominante da época.
Para os republicanos positivistas o que interessava
era que a pessoa escolhida para receber o status de herói, fosse vista como
vítima, e que tivesse morrido pelos ideais da nação, ou seja, um mártir. Não
cabia, entretanto, neste contexto, alguém que incomodasse, ou que fosse
revolucionário. Este fato descartou Frei Caneca de ocupar tal posto, apesar do
mesmo ter sido aclamado por muitos como o verdadeiro mártir da Inconfidência
Mineira. Será que isto não foi uma maneira de reprimir a revolução, ou ao menos
maquiá-la?
Outro fator que merece destaque é a forma de como a
imagem de Tiradentes foi projetada pelo pintor Pedro Américo. Um homem com
semblante abatido, barbudo, humilhado e morto esquartejado nas mãos de seus
inimigos. Isto nos lembra de alguém? Claro, a intenção era fazer com que ao ver
Tiradentes, os cidadãos brasileiros, inconscientemente, lembrassem-se de Jesus
Cristo, e através da religiosidade que predomina sobre a nação, pudessem vê-lo
com olhares piedosos.
Percebemos neste episódio que em nome da liberdade, a opressão se consolidou de forma expressiva.
A frase “Ordem e Progresso”, da Bandeira Nacional,
que foi inspirada na bandeira do Império Português, nos remete a uma conclusão
e a um questionamento: A ordem é uma imposição regulamentada pelo sistema
burguês, que por sua vez defende seus interesses, em outras palavras, para a
burguesia, ordem significa enquadramento; e progresso, para quem?
sábado, 30 de março de 2013
O que é um fato social?
Resenha
descritiva para a disciplina "Sociologia Geral" do curso de jornalismo
Por Abidias Martins
No capítulo I do livro “As
regras do método sociológico” de Émile Durkheim, o autor busca definir o que é
um fato social.
Inicialmente, Durkheim
descreve o fato social como o objeto próprio do estudo da sociologia. No
entanto ele faz um alerta dizendo que nem todas as ações do indivíduo como
comer, beber, dormir, raciocinar etc. podem ser consideradas fatos sociais.
Vamos primeiramente
defini-lo para posteriormente decorremos sobre o tema. É fato social toda maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de
exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior; ou ainda, toda maneira de fazer
que é geral na extensão de uma sociedade dada e, ao mesmo tempo, possui uma
existência própria, independente de suas manifestações individuais. (pg. 13).
Em primeiro momento a
definição pode parecer não tão clara, mas vamos entendê-la melhor.
Durkheim explica que ao
nascermos já encontramos regras, costumes e crenças definidas, prontas para a
exercermos. Em geral são ações estabelecidas e presentes em várias áreas como
jurídica, moral, religiosa etc. São maneiras de agir, pensar e sentir que
existem e são seguidas, mesmo que involuntariamente e inconscientemente, pela
grande maioria da sociedade. Mesmo que o indivíduo não queira, essas condutas
e/ou pensamentos o cercam, já que são exteriores a ele e apresentam uma força
coercitiva e imperativa na medida em que se impõe como prática social.
Para exemplificar o autor
descreve o comportamento relacionado aos costumes da maneira de se vestir. Se a
pessoa não observa os costumes do seu país, a classe social a qual pertence e
as tendências atuais ela pode provocar risos, além de ser tida como estranha,
resultando num afastamento natural do convívio social.
O mesmo acontece em casos de
distanciamento ou violação das regras do direito. Quando isso acontece, os
agentes responsáveis pela regulamentação vigente impedem que a “ordem” seja
infringida. É o que acontece quando alguém viola a constituição federal, por
exemplo.
Durkheim esclarece ainda que
nem toda coerção social exclui, necessariamente, a personalidade individual. Entretanto,
é importante destacar que, a maior parte de nossas ideias é imposta a nós, ou
seja, já existiam antes de nós.
Existem também as correntes sociais, que em muitos casos,
contra a nossa própria vontade, tem a capacidade de nos envolver ao ponto de
demonstrarmos entusiasmo e devoção pela causa defendida seja ela qual for.
Acabamos assim aceitando, ou mesmo nos conformando com o que nos é imposto. Durkheim
usa uma metáfora para exemplificar: “Assim também o ar não deixa de ser pesado,
embora não sintamos mais seu peso”.
Nesse mesmo sentido – o coletivo
– o autor chegou à conclusão de que indivíduos inofensivos podem se tornar
brutais quando reunidos em multidão. É o poder da ação coletiva.
Outro fator observado é que
na vida das crianças o fato social é percebido a partir do modelo como elas são
educadas. Os pequenos jamais chegariam a ver e/ou sentir o mundo sem a formação
que lhes é dirigida desde os primeiros anos de vida. Essa formação geralmente é
feita pelos pais e mestres que seguem, rigorosamente, a pressão do meio social.
Há, portanto, um modelo pré-estabelecido que é repassado para as crianças.
Para entendermos que uma
ação individual não interfere na existência, ou até mesmo na soberania do fato
social recorremos aos números estatísticos. Alguns exemplos como à taxa de
natalidade, nupcialidade, suicídios etc. são casos individualmente vividos
pelos membros de uma sociedade, mas que não deixam de integrar os fatos
sociais, já que reproduzem estatisticamente uma parte do modelo coletivo.
As correntes de opinião
geralmente se sobrepõem como modelo para a coletividade. A população amontoa-se
nas cidades grandes, ao invés de dispersar-se nos campos. Isso acontece porque
movimentos coletivos impõem essa necessidade.
Um
fato social se reconhece pelo poder de coerção externa que exerce ou é capaz de
exercer sobre os indivíduos; e a presença desse poder se reconhece, por sua
vez, seja pela existência de alguma sansão determinada, seja pela resistência
que o fato opõe a toda tentativa individual de fazer-lhe violência. (pg. 10).
Durkheim estudou e
definiu o fato social como um modelo concebido historicamente e que é seguido
ao longo das gerações. Mesmo que esse modelo seja imposto sobre a maior parte
dos indivíduos, nada impede que haja manifestações contrárias. Obviamente que
tais tentativas de descumprimento da “lei” podem resultar em conflitos, ou até
mesmo em punições severas.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Feito Pra Você ano 6: uma trajetória de sucesso na TV alagoana
Cenário, logotipo e quadros novos marcam mais uma fase do programa
Por Abidias Martins
Durante esta semana, entre
os dias 18 e 25 de março, o Programa Feito Pra Você, conduzido diariamente pela
apresentadora Fabiola Aguiar, comemorou seu sexto aniversário.
Por Abidias Martins
Marcio Freeire, Fabiola Aguiar, Michelle Welcker e Wanderson Medeiros. Foto divulgação. |
Para festejar a data
especial, um novo cenário foi montado no estúdio. Modernidade e sofisticação
definem bem o novo visual do programa. Fabiola e o repórter Marcio Freeire
acompanharam de perto todo o desenvolvimento e montagem do cenário até a etapa
final. Um novo logotipo foi elaborado com cores mais vibrantes para combinar
com o formato do programa.
Os telespectadores e
internautas – grandes responsáveis pela audiência – foram contemplados com
sorteios de brindes durante toda a semana comemorativa. Um gesto de gratidão da
equipe do programa por todo o carinho recebido dos alagoanos.
Várias novidades ainda vão ser
apresentadas ao público. Um novo quadro chamado “Cá entre nós”, que foi ao ar nesta sexta-feira, (22), foi criado com a finalidade de mostrar
entrevistas com personalidades, conhecidas ou não, para falarem dos seus
projetos e planos de carreira. Quem inaugurou o quadro foi a cantora alagoana
Cleide Rivas. Assista a entrevista, clique aqui.
A revista eletrônica dos
alagoanos, como o programa é carinhosamente chamado pela apresentadora, vai ao
ar de segunda a sexta-feira, das 8:10h às 8:40h, na grade da TV Pajuçara, afiliada da Rede Record, (canal
11).
Com temas leves e um jeito diferente de fazer jornalismo, a equipe vem se destacando no cenário televisivo local. Matérias dinâmicas e cheias de criatividade enriquecem a programação. Dentre os temas exibidos estão culinária, artesanato, entrevista, música, moda, saúde dentre outros.
Com temas leves e um jeito diferente de fazer jornalismo, a equipe vem se destacando no cenário televisivo local. Matérias dinâmicas e cheias de criatividade enriquecem a programação. Dentre os temas exibidos estão culinária, artesanato, entrevista, música, moda, saúde dentre outros.
Primeiro dia com o novo logotipo (18/03/2013). Foto: Abidias Martins |
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Deus castigou os jovens? O diabo está por trás do incêndio? Como assim?
O fanatismo religioso e as conclusões discrepantes
sobre o incêndio da Boate Kiss em Santa Maria-RS
Religião não salva,
mas sim o que está dentro do coração de cada um de nós!
Por Abidias Martins
É incrível como um fato com
tamanha proporção como o do incêndio de Santa Maria-RS possa gerar conclusões
tão absurdas por parte de algumas pessoas que se acham deuses.
Refiro-me aos inúmeros
comentários nas redes sociais e posts em sites e blogs com fundamentos vazios e
cheios de suposição e imaginação, que na sua grande maioria foram publicados
por pessoas que se dizem evangélicas ou cristãs.
Para muitos internautas não
importava o quanto as famílias estavam sofrendo, mas o pré-julgamento que
poderiam fazer das causas do incêndio. Comentários circularam por toda parte, como
“Pelo menos
eu não corro o risco de morrer queimado em boate… Só os filhos do diabo!”, ou outros do tipo “O diabo juntou todos e fez sua colheita”, ou ainda “Que sirva de lição... Eu não tenho pena
dessas pessoas... Espero que aumente o número de mortos”.
Uma
arte do cartaz de divulgação da banda que se apresentava naquela noite –
Gurizada Fandangueira – também foi alvo de comentários. Um internauta divulgou
a imagem e citou “se você tiver um
pouquinho de sensibilidade espiritual, olhe ao redor da caveira tocando, cheio
de pessoas em meio ao fogo, isso já estava mais que avisado que alguma coisa
iria acontecer. Meu Deus…”. Muitos outros comentários, desumanos, ainda
foram postados, mas prefiro não mencioná-los em virtude da falta de coerência e
alto grau de estupidez por parte de quem os escreveu.
É obvio que
não podemos simplesmente associar uma tragédia como essa a uma intervenção
demoníaca. O que dizer então do desabamento do teto da Igreja Renascer em maio
de 2009, onde morreu uma pessoa e cinquenta ficaram feridas? Como explicar o
acidente ocorrido na virada de ano durante um evento da Igreja Universal, em
Luanda na Angola, onde dezenas de pessoas morreram e centenas ficaram feridas? Quer dizer então que se, nesses casos, as
pessoas estivessem em alguma balada elas se livrariam dos acidentes?
Lógico que não se pode
saber, premeditadamente, onde os trágicos acidentes irão acontecer. Isso não
está no alcance de ninguém, obviamente. Dizer que Deus castigou os jovens
porque não estavam na igreja, ou que o diabo veio colher os que já são dele é
uma afirmação grotesca que oprime, maltrata e discrimina a todos que não se
inserem no contexto religioso defendido por quem pensa dessa forma.
Quem age assim está colocando
todos os mortos no banco dos réus, julgando-os e condenando-os impiedosamente,
e isto, garanto, não é uma prática nada cristã.
Para muitos a religião está
acima da conduta e do caráter verdadeiramente cristãos. Conceitos e doutrinas fazem
muito mal para quem não tem o discernimento de interpretar um acontecimento ou
mesmo um texto bíblico. O fanatismo exacerbado faz com que muitos troquem a
fraternidade, respeito, compaixão e tantos outros valores necessários pela
intolerância e malignidade que eles mesmos não percebem e não reconhecem em si.
Confesso que fiquei
estarrecido com tamanha falta de sensibilidade desses “seres humanos” que
precisam aprender a não julgar o próximo por causa do ambiente que frequentam,
da forma como se divertem, do modo de se vestir ou por qualquer outra coisa.
A contextualização do que
aconteceu naquela noite vai muito além dessas análises superficiais, passa por
questões periciais, técnicas. Cabe aqui uma suposição que é bem mais lógica - acredito
que nesse trágico acidente morreram pessoas bem mais solidárias, sinceras,
verdadeiras e humanas do que muitos dos que comentaram as inépcias citadas
anteriormente.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Quem acredita sempre alcança
Por Abidias Martins
Um abraço, e até a
próxima postagem!
Olá, leitores e amigos que curtem meu blog! Depois de um bom tempo sem postar novos textos,
estou por aqui novamente para atualizar o conteúdo. Vou
recomeçar contanto uma história que há tempo queria escrevê-la. Boa leitura e
sintam-se a vontade para comentá-la!
Em dezembro de 2011 tive a
triste missão de trancar a faculdade de jornalismo no Centro Universitário
CESMAC, por causa das condições financeiras que não me permitiam continuar.
Tive a sensação de que
estaria deixando para trás umas das minhas prioridades, não porque eu queria,
obviamente, mas me via forçado a isso. Confesso que fiquei triste ao me deparar
com tal situação, mas era inevitável. Comentei o caso com os colegas do curso,
e a cada dia que se aproximava do final do período eu ficava mais angustiado. E
assim, de fato, aconteceu.
Não demorou muito para que a
situação mudasse. Um mês após - janeiro de 2012 - aconteceu uma das coisas mais
maravilhosas em minha vida. Fiz o Enem de 2011 e consegui ser aprovado para uma
das vagas da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Com essa conquista fiquei
felicíssimo. Sabe quando enxergamos tudo em preto e brando e como num passe de
mágica as coisas se tornam coloridas? Foi assim que me senti!
E aí tudo continuou no
compasso. Fiz a matrícula para continuar a cursar jornalismo, e a persistir pelo
meu objetivo profissional. Continuei a perseguir o sonho de criança. O sonho do
garoto que estudou em escola pública, e sabe o quanto é
difícil superar as adversidades do sistema.
Quem me conhece sabe o
quanto sou entusiasmado com o curso que faço. Já me sinto um vencedor, e agora,
mais confiante do que nunca, vou em busca da formação e dos conhecimentos
necessários para o bom exercício da profissão.
Como diz num trecho da música
de Renato Russo: "Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou quer você nunca vai ser alguém... Quem acredita sempre alcança!"
E o sonho continua!
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